Anúncios !!!


Cat-1

Cat-2

Anúncios!!!


Poesia

ColunaDireita

Catago Vazio2

Coluna Filosofia

Matérias


ANÚNCIOS!!!




Em 09 de dezembro (sábado,) música, dança, gastronomia e artes visuais na festa Festa Hispânica 2017, organizado pelo Centro Cultural da Espanha, rua Dr. Faivre, 93.

Laura na foto de Kéfera Monte Serrat


Nessa exposição a artista plástica Laura Monte Serrat, poetisa e psicopedagoga inaugurará uma exposição abordando  o tema "Monte Serrat para Montserrat's". Laura estudou a origem de seu sobrenome e da literatura hispânica por escritoras com o nome Montserrat desde  o início de 2017, e no sábado nessa festa da hispanidade estará incluirá a abertura de sua exposição.




E às 21 horas, terá a presentação de Flamenco: Ale Dias, Joe Caetano, Franklin Albuquerque e Luis Marinho. Grandes nomes do flamenco curitibano terão lugar em nossa festa. Ale Dias é bailaora de Flamenco há 10 anos. Neste tempo, seu estudo foi com as maestras Cristiane Macedo, Gladis Lee e atualmente com o maestro Luis Marinho que atuará ao vivo com sua guitarra espanhola. Teremos também o prazer de apreciar a arte dos bailaores Joe Caetano e Franklin Albuquerque que trarão ainda mais brilho para esta grande celebração da hispanidade.




A intervenção urbana que transformou a cidade em galeria agora ficará eternizada em livro Arte
A Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná – APAP/PR, com o apoio do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná - TRE-PR, realiza no dia 06 de dezembro, a partir das 17h30min, o lançamento do livro “Muros Visuais de Curitiba”. O livro é o resultado de uma ação entre a APAP/PR, em parceria com a Prefeitura Municipal de Curitiba, por meio do Instituto Municipal de Turismo e a Fundação Cultural de Curitiba que durante  3 anos realizaram esta primeira etapa do projeto “Muros Visuais de Curitiba” (2014-2017). Com o objetivo  de melhorar a estética urbana, além de conscientizar sobre a importância em preservar o patrimônio histórico, artístico e cultural da capital paranaense, foram plotadas  imagens (1,60 x 1,20m) de obras de arte dos artistas associados à APAP/PR e inseridas em locais desagrados, mal conservados e/ou abandonados.

A ação resultou em galeria de arte ao ar livre, além de colaborar com a estética, aproximou artistas locais e contou com a participação do público por mídias sociais, possibilitando às pessoas postarem fotos interagindo com as obras. O projeto propiciou uma experiência ímpar e de grande valia para os artistas e para a sociedade. O projeto teve a participação de 100 artistas associados que contribuíram com as suas obras para esta grande galeria urbana numa ação inédita e jamais vista. "Estamos em plena era digital, onde a informação transita numa velocidade estonteante fazendo com que o conteúdo seja cada vez mais efêmero, por isso a importância do registro materializado em livro, ainda mais quando se trata do primeiro, após 35 anos de atividades da Associação dos Artistas Plásticos do Paraná. São 100 artistas deixando sua contribuição visual, num momento histórico que permanecerá por gerações”, declarou o coordenador do projeto, Mauricio Vieira.



Durante o lançamento do livro “Muros Visuais de Curitiba” foi realizado em 06 de dezembro, 17h 30m. no TRE-PR – Tribunal Regional Eleitoral do Paraná

Serviço: Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná -APAP/PR
Av. Jaime Reis, 107, Salas 07 e 11 - Arcadas de São Francisco
(41) 3232-0408 CEP 80.510-010
http://www.apap.com.br e apap@apap.com.br

100 artistas participam do livro "Muros Visuais de Curitiba"
Alani F. de Mello, Ale Baggio, Alfi Vivern, Amadeu Glaab, Ana Isis Ribas, André Donadio, Anibal Andraus, Anna Rocha, Antonio Temporão, Aristide Brodeschi, Arlene Senegaglia, Assis Portes, Aurélio Peluso, Carol Dequech, Cé Figueiredo, Christian Schönhofen, Claire Roderjan, Constancia Nery, Cristiane Gonçalves, Da Oliveira, Daniel Rebello, Celso De Bruns, Débora Ling, Elfriede Rakko Ehlert, Elisabeth Sekulic, Elisiane Correa, Felipe Sekula, Fernandes, Francisco Borges, Gabriele Fuchs, Gianna Calderari, Giovana Correia, Giovana Hultmann, Giovanni Carpinelli, Harry Vogt, Helio Dutra, Ian Lara, Igor Gomes, Ilka Passos, Irani Spiacci, Isaac kassiano, J. Bonatto, Jo Kawamura, José Antônio de Lima, Josélia Nassar, Katia Velo, Kitty Harvill, Lavinia Bilik, Lecco Coelho, Leopoldino de Abreu, Lineu Borges de Macedo, Lisete Schiffer, Lucia Biscaia, Lucia Calluf, Lucilia Schneider, Luiz Felix, Luiz Guilherme Todeschi, Maete Coelho, Magali Robaina, Marcello Romeiro, Marcelo Conrado, Marcia Dalcin, Marcos Lozza, Maria Miriam Martins, Marine Linzing, Marinice Costa, Marisa Vidigal, Mathieu Struck, Mauricio Vieira, Meg Gerhardt, Mercedes Brandão, Monclaro, Mônica Pailo, Neiva Passuello, Nelson Padrella, Ney Machado, Nilva Rossi, Noeli Tarachuka, Osmar Carboni, Psilito, Regina Oleski, RMDall’Oglio, Robia Ribeiro, Rosicler Dresch, Sabine Feres, Sabrina Rosa, Sandra Carrillo, Sandra Osmarin, Silvia Carrano, Tania Fruet, Tânia Leal, Tchello d’Barros, Thaís Coelho, Thays Lourenço, Viviane Camargo, Vera Itajaí, Vidal, Walton Wysocki, Waltraud Sekula e Zélie Bittencourt.

Texto enviado pela colunista cultural Katia Velo.

Inovadora a exposicão "Estallidos de Elementos Artísticos", organizado pelas artistas plásticas e curadoras Claudia Agustí e Ilia Ruiz, em Comodoro Rivadavia, Patagônia Argentina. 

A abertura da exposição foi em 28 de novembro e ficará aberta para visitação até 31 de dezembro/2017, no CIP (Centro de Informação Pública) da Biblioteca Pública e Popular.

Participam do evento os artistas visuais: Cláudia Agustí, Oscar Bóscaro, Cristina Mabel Candia, Cristina Piscoliche, Dalmira Córdoba, Lila Hughes, Paulina Korthals, Mario Lanza, Esteban Javier Piscoliche, Ilia Ruiz, Maria Fernanda Savoye, Jessica Skerlavai, Noemia Romina Vargas. 

Os poemas são de Norma Perez.





Instalação artística de Ilia Ruiz e Claudia Agustí




CIP de Comodoro Rivadavia - Patagônia Argentina

As imagens sempre exerceram poder sobre a nossa imaginação

Fotografia de Katia Velo
A figura de um anjo tem o poder de nos remeter ao divino, a algo superior a nós. Ao longo do tempo, segundo a literatura e as artes visuais, seres alados fizeram parte da iconografia do homem nas suas mais diversas formas. Somente por volta do século XVIII, os artistas começaram a pintar figuras com “visões pessoais”, antes disso, os artistas consideravam-se fieis à obra de Deus, então, dar um toque pessoal a um anjo seria uma heresia.  A religiosidade foge à razão ou à ciência, portanto tem um papel significativo, sendo interpretada e justificada de acordo com a crença de cada um.

O sagrado é inexplicável, extraordinário, imaculado. Na Idade Média, durante a inquisição, qualquer pessoa que não fosse aprovada pela Igreja Católica, tinha como destino inúmeros castigos e muitas vezes o seu fim era a fogueira. Felizmente muita coisa mudou, mas certamente os símbolos religiosos têm uma grande influência visual. As imagens de figuras como anjos e santos amplamente representados durante o Renascimento foi de fato relevante na história da arte e influenciaram e influenciam a vida do homem contemporâneo.

Imagens sacras possuem ainda grande poder sobre nós, cristãos ou não. Em 1929, portanto há 88 anos, o artista belga René Magritte escreveu logo abaixo de uma imagem de um cachimbo “Ceci n´est pas une pipe”, ou seja, “Isto não é um cachimbo”. Imagem é uma representação, não a coisa em si. Temos que estar atentos para não vermos, ou dar significado demais, aquilo que é apenas uma representação.  Os anjos e demônios estão mais dentro de nós do que fora. Independente de crença ou religião, é inegável que amor deve ser o nosso Norte, nada, ninguém e nenhuma religião pode estar acima deste sentimento quando puro e verdadeiro.

Katia Velo


Trabalho de Claudia Agustí
Viver

Viver é respirar ao vento,
contemplar o orvalho da manhã.
No horizonte... brilho e raios de sol.

Viver é sentir o aroma das flores
multicores que enfeitam nossos dias.
É percorrer os jardins na primavera.

Viver é cantar e encantar
ao romper da aurora,
encher o mundo de paz, arte e poesia.

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
Castro-Paraná-Brasil
Quadro de Carlos Zemek
Encruzilhadas

A trajetória
dos caminhantes
e errantes da vida
já vem traçada?

Não!
É uma incógnita constante.
Encontram-se nas encruzilhadas da vida.
Na ternura do seu viver.

Campeia-se a melhor estrada
para seguir em frente.
Dentro do baú está o mapa
a mostrar todos os caminhos.

O mapa da ciência indica dedicação
ao estudo e ao trabalho.
O mapa da sabedoria
inclui também silêncio e reflexão.

O mapa da solidariedade
revela união, aconchego, verdade.
Encruzilhadas muitas:
como escolher sem se perder?

Onde encontrar a felicidade
e suas flores de todas as cores?
Estará ela no trotear da vida
em suas encruzilhadas?

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
Castro-Paraná Brasil



Natureza

Trovões de sons musicais
distantes!
Relâmpagos de efeitos especiais!
É a chuva que cai generosa.

A chuva passa, o Rei aparece
gigantesco: o Sol.
Depois, estrelas brilham,
surge a Lua,
a Rainha da noite
de esplendor sem fim.

Doce é sentir o calor do Sol
e tudo que reluz em torno a mim.

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
Castro-Paraná-Brasil.

NADA DE OLHARES 

Nada de olhares nebulosos
- eu não interrogo 
os ecos
nem os olhos dos inimigos

eu sei que o destino foi cinzelado
com pontas de estiletes 
no músculo cardíaco
nas cascas das árvores
e na imprevisível marionete 
do tempo e do acaso

eu não confio em olhares eloquentes 
nem em eloquentes palavras
mas confio na ternura de um abraço 
como expressão da alma.

Isabel Furini


NADA DE MIRADAS

Nada de miradas nebulosas
- yo no interrogo
los ecos
ni los ojos de los enemigos

yo sé que el destino fué cincelado
con puntas de navajas
en el músculo cardíaco
en las cáscaras de los árboles
y en la imprevisible marioneta
del tiempo y del acaso

yo no confío en miradas elocuentes
ni en elocuentes palabras
pero confío en la ternura de un abrazo
como expresión del alma.

Isabel Furini
Obra da artista plástica Cláudia Agustí
LOS SOÑADORES DE LOS AÑOS 60

Y soñábamos con un mundo nuevo
con un mundo sin terror
y sin miseria
queríamos que la humanidad
le dijese adiós a las armas
y que se construyera un universo de amor
un universo perfilado con tinta china
sobre un papel blanco - una nueva história

dibujábamos un planeta Tierra de ilusiones

soñábamos que la Tierra sería un lugar
donde las sombras se transformarían en perfumadas flores
(queríamos flores en vez de armas)

éramos seres de corazón abierto:
jóvenes como las llamas  del fuego
inocentes como el agua del bautismo
inquietos como el viento del desierto
libres como los cóndores
éramos el símbolo de la palabra Esperanza

y hoy esos sueños son recuerdos que se alejan
arenosos recuerdos y cenizas
pero todavía arden
en algún lugar secreto de la historia humana.

Isabel Furini


Textura

tentei tirar de letra
a vida, palavra amorfa,
que não cabia no alfabeto

criava um novo e morria
na textura do meu corpo
no papel da minha mente

horas, dias, anos, sonhos,
ganhos da minha releitura:
- infernos ou fortunas?

me livro da resposta e aceito
ser apenas esta f(r)ase louca
inacabada de me reescrever

Chris Herrmann


*



Autorretrato

de tanto
que me contorci
criei asas

de tanto
que me comovi
criei música

de tanto
que me reescrevi
deixei a vida
me tocar

Chris Herrmann
Fotografia de Isabel Furini
Cortes

a esperança sumia
enrolada nas cordas
lanhada no arame
que me farpava
o sonho

a areia se chegava
ardia queimava
minha planta dos pés
derretia a última
bússola

as pedras que partiam
furavam meu olhar
me apontavam
um nada e nenhuma
direção

hoje corto caminho
pelo rio de lágrimas
ressecadas
cortadas pelo tempo
com olhares renovados
e um coração
-estancado-
na mão

Chris Herrmann


*

Sem o pó

um dia isso tudo acabará
um dia não seremos mais nada
um dia será tudo pó

mas antes disso tudo terminar
e antes de virarmos poeira cósmica
ainda lembraremos que vivemos
um dia após o outro, sendo tudo
ou um pouco de nada

mas nada mesmo, nem um pouco
que se compare ao tudo de sentir,
de experimentar a paixão de viver
e que honre um punhado de pó...

a não ser naqueles raros momentos
em que -distraídos e extasiados por algo
pequeno aos olhos, pueris e simples,
que nem sabemos como explicar-
conseguíamos tirar o pó dos olhos
e dos espelhos

Chris Herrmann



Chris Herrmann é escritora, poeta e musicoterapeuta carioca radicada na Alemanha. No Brasil, estudou Literatura na UFRJ e Música no CBM. Na Alemanha pós-graduou-se em “Musikgeragogik”. Participou e organizou de diversas antologias de poesia no Brasil e no exterior. É autora dos livros de poemas “Voos de Borboleta”, “Na Rota do Hai y Kai” e Gota a Gota.
Feliz Natal para todas as crianças do mundo.

Deseo para todos los niños del mundo
Um autêntico e Feliz Natal
Pleno de Luz e muita paz.

Não esqueçam  do signo real do Natal
É o nascimento de Jesus!
Sí ᴉEs cumpleãnos de Jesús!

As crianças, incluídas as mais pobres,
Não precisam somente de presentes
Ellos necessitan de mucho amor.

Todo o amor que se possa lhes dar
(É o amor de Jesus que cura as feridas)
Que o amor crie raízes em seus corações
Y venga a sanar las dolores de la guerra y del sufrimiento.

Natal é ressurreição em vida
(Es el amor de Jesús que cura las heridas)
Sim! É o aniversário do maior Semeador
De amor, que passou e permanece na Terra.

Ah! Queridas crianças lhes desejo muito amor
En sus corazones y em sus rostros, sonrisas.
Em suas almas muita alegria e paz.

Desejo especialmente que a celebração de natal
Seja o resgate do sentimento do Semeador da paz.

Niños queridos del mundo, les deseo una Feliz Navidad.

Paulo Roberto de Jesus



Obra de Eloir Jr.
Que o Natal seja real

Que o verdadeiro natal
Instale-se em nossas vidas.
Que a experiência vivida
Não seja a comercial.
Seja a comunhão sentida
E o foco espiritual
E a paz estabelecida.

Que as lições do menino
Jesus traga reflexões.
E do natal o signo
Habite nos corações.
Que o sentir seja divino
E belas as orações
E reto o nosso destino.

Que esteja cheio de amor
O âmago da celebração.
Que se de o real valor
A reconciliação.
Que se renove com vigor
Todo humano coração
Encha-se de sacro ardor.

Paulo Roberto de Jesus
Diariamente...


Que brilhe sempre a chama
em cada natal diário
de todos nós.

Que ilumine cada minuto,
cada hora ou dia,
fazendo-os sempre um
novo ano.

Brilhe sempre a chama
da esperança.
Brilhe sempre a chama
maior.
A chama do amor...

Carlos Muniz

Quadro de Eloir Jr.



ANÚNCIOS!!!


Eventos Culturais

Conuna1Inferior

Catalogo Vazio3

Anúncios!!!

Livros Digitais