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Este Consulado de la República Argentina em Paraná, junto al Ministerio de Relaciones Exteriores y Culto y la Asociación General de Directores Autores Cinematográficos y Audiovisuales (DAC) de la República Argentina, en el marco de la tarea de creación y la planeamiento de acciones de promoción del cine argentino en el exterior, está organizando la “MUESTRA ITINERANTE DE DIRECTORES ARGENTINOS DE CINE CONTEMPORÁNEO”.

La Muestra se llevará a cabo en la Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco), los días 07 y 08 de noviembre de 2017, en dos sesiones diarias.
Entrada gratuita.

La programación es la siguiente:

Tita Merello - Foto de Domínio Público (Wikipedia)


Martes 07 de noviembre, 17hs.

BUSCANDO A TITA: Dir. Teresa Constantini, 2016 - ARG, Documental, 58 min.

El documental recorre la vida y obra de la cantante y actriz Tita Merello, personaje emblemático de la cultura argentina. El documental la muestra desde sus comienzos como bailarina de varieté, hasta su consagración como cantante popular de tango y su transformación en una estrella de cine.


Martes 07 de noviembre, 19hs.

ABZURDAH: Direción: Daniela Goggi, 2015 – ARG, Drama, 90 min.

Cielo es una adolescente que conoce por internet a un hombre nueve años mayor que ella, con quién inicia una relación, enamorándose locamente. Sumergida en un ambiente superficial, sin amigos y en un mundo adulto que poco entiende del universo adolescente, la relación se torna una obsesión para Cielo, narradora locuaz, incisiva y vertiginosa, que nos conduce a través de una historia de amor no correspondido, donde la opción de parar de comer se vuelva la ilusión de una vida perfecta.

*

Miércoles 08 de noviembre, 17hs.

VENIMOS DE MUY LEJOS, Dirección de Ricardo Piterbarg, 2012 - ARG, Documental, 105 min.

Desde 1990 el grupo de teatro Catalinas Sur del barrio La Boca coloca en escena la obra “Venimos de muy lejos” sobre la vida de las diversas generaciones de inmigrantes que llegaron a Argentina a comienzos del siglo XX. Además de presentar un registro de la obra de teatro, el documental crea también una historia ficticia representando la rutina de los hijos y nietos de los inmigrantes, para mostrar como ellos interactúan con el país y con la comunidad donde viven.


Miércoles 08 de noviembre, 19hs.

KRYPTONITA , Dirección de Nicanor Loreti, 2015 – ARG, Acción/Drama, 80min.

Un médico y una enfermera de guardia pasan las noches monótonas en un hospital, manteniéndose despiertos con pastillas. Sin embargo, uno de sus turnos será muy diferente cuando una famosa cuadrilla de ladrones invada el lugar.






Fotografia de Regina Bostulim

Em formato pocket book, “Oops”, novo livro do cartunista Nilo Trovo, 38 anos, traz personagens famosos de Curitiba e do mundo. O livro descreve uma festa, em que o poeta Paulo Leminski brinca com famosos. As caricaturas retratam figuras tão díspares quanto Mick Jagger, vocalista da banda Rolling Stones; o poeta Cruz e Souza; a cantora Jovelina Pérola Negra; e muitas outras personagens históricas.
Nilo Trovo é desenhista, gravurista, chargista e cartunista. Participou de mais de 50 exposições nacionais e internacionais de quadrinhos e cartuns. Ministrou oficinas, teve projetos culturais aprovados. Lançou um livro de charges, com textos em italiano, “Schiume dei Desideri”. É também talentoso escritor, e até mesmo compositor. Quando desenha, lhe vêm músicas de jazz à cabeça, muitas delas inéditas.

Texto de Regina Bostulim

Serviço:
Livro: “Oops”, 76p.
Autor: Nilo Trovo
Editora: Insight, 2017, 76p.
Pré-venda pelo e-mail: nilotrovo@hotmail.com.

A escritora e jornalista Marina Colasanti é a próxima convidada do projeto “Um Escritor na Biblioteca”. O encontro acontece dia 10 de outubro, às 19h30. O escritor Miguel Sanches Neto faz a mediação do bate-papo, em que o convidado fala sobre suas obras e experiências literárias e de leitura. A entrada é gratuita.

Colasanti nasceu em Asmara, capital do país africano Eritreia, em 1937, e está radicada no Brasil desde 1948. É uma das escritoras mais consagradas do país. Tem mais de 50 livros publicados no Brasil e no exterior, entre eles o infantil Breve história de um pequeno amor (2013), a coletânea de poemas Passageira em trânsito (2009), a reunião de contos Eu sei, mas não devia (1996), o biográfico Minha guerra alheia (2010) e o ensaístico Fragatas para terras distantes (2004).

Entre outros importantes prêmios, ganhou oito vezes o Jabuti em diferentes categorias — poesia, contos, infantil e juvenil. Sua conquista mais recente é o Prêmio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil pelo seu extenso e expressivo trabalho literário.

O projeto
“Um Escritor na Biblioteca” é um projeto realizado pela Biblioteca Pública do Paraná na década de 1980 e retomado em 2011, com a participação de autores brasileiros de variadas gerações, entre os quais Affonso Romano de Sant'Anna, Elvira Vigna, Milton Hatoum, Luci Collin, Joca Terron e Ana Miranda. Os depoimentos são gravados e, posteriormente, publicados no jornal Cândido e editados em formato de livro pelo Núcleo de Edições da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná.

Serviço:
“Um Escritor na Biblioteca”, com Marina Colasanti
Dia 10 de outubro, às 19h30, no auditório da BPP (R. Cândido Lopes, 133, Centro — Curitiba/PR)
Entrada franca
Mais informações: (41) 3221-4974

Em 08 de outubro, a partir das 10 horas, na Feira do Poeta de Curitiba, rua José Bonifácio, nº 13, ( na frente do bebedouro do Largo da Ordem, Curitiba ), será o lançamento da coletânea poética organizada por Amauri Nogueira.



Poetas, cronistas e contistas podem participar gratuitamente do número do 8º Aniversário da Revista eisFLUÊNCIAS enviando um trabalho até 10 de Outubro.



Carmo Vasconcellos e Henrique Ramalho são os editores das revistas Logos e eisFluências de Portugal.
Ele publicam todos os trabalhos que recebem.
O tema é  livre.
Só será aceito um único trabalho por autor, acompanhado de sua foto, sua cidade de residência e minibiografia.
(Se já é Autor da revista não precisa enviar foto e Biografia)

Todos os trabalhos deverão ser enviados para o e-mail:
micarmovasconcelos@gmail.com
DATA LIMITE DE RECEPÇÃO: 10 DE OUTUBRO





A Biblioteca Pública do Paraná recebe, a partir desta quinta-feira (5), uma mostra com trabalhos da artista curitibana Guita Soifer. A solenidade de abertura acontece no hall do 2º andar, a partir das 11h30. A entrada é gratuita.

A exposição, que faz parte da programação da Bienal de Curitiba 2017, traz criações que a artista denomina “arte-livro”. Organizados em meio ao acervo de livros da biblioteca, os trabalhos de Guita convidam o público à interação e à experimentação de suas mensagens — um sistema alternativo de troca de informações e que questiona as nuances entre “ler” e “ver”.

Guita Soifer nasceu em 1935, em Curitiba, onde vive e trabalha. Artistas multimídia, sua produção transita por práticas artísticas múltiplas, entre apropriação, fotografia, pintura, escultura, gravura e videoarte. Participou de diversas exposições, entre elas, a 13ª Exibição Internacional Independente de Kanagawa, no Japão, em 1987, a Bienal de Cuba, em 2015, e a Bienal de Literatura de Curitiba, em 2016.

Biblioteca de Isabel Furini
Serviço
Exposição Guita Soifer
5 de outubro, às 11h30
Hall do 2º andar da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba)
Entrada Gratuita

Fonte: BPP

Como organizar os ambientes? No livro "Santa Ajuda", a consultora e apresentadora Micaela Góes compartilha suas experiências e descobertas no mundo da organização.
“Santa Ajuda” é dividido por ambientes de uma residência, assim como os episódios do programa exibido pela GNT. De maneira objetiva a autora esclarece sobre detalhes de decoração e auxilia de maneira prática as pessoas que desejam ordenar os ambientes com elegância.


Fotografia de Neyd Montingelli
Neyd Montingelli nasceu em Curitiba é casada e tem 4 filhas.  Formação em Psicologia, Nutrição e Laticínios. Tem 23 livros solo e participa em 90 antologias. Foi premiada em concursos de contos e poesias. Membro da ALB e ALUBRA/SP, Centro de Letras do Paraná, Núcleo de Letras e Artes de Buenos Aires e Lisboa, Embaixada da Poesia e ALMAS/Ba. Recebeu troféu Cecília Meireles, Cora Coralina, Federico Garcia Lorca; Medalha Monteiro Lobato; Medalha Melhores Poetas e Troféu Melhor Cronista, Melhor Contista, entre outros. O livro Cavalos e contos recebeu o prêmio de Melhor Livro de Contos de 2015/16 em Ouro Preto. Recebeu o prêmio Literarte 2017, pelo conjunto da obra.

Vamos conhecer um pouco de sua trajetória.

Você escreve quando está alegre, quando está triste, quando está zangado? Existe alguma emoção que lhe serve de inspiração?

Escrevo a qualquer momento. É só a ideia (poesia, prosa, descrição de um personagem, um tema, um conflito interessante) que eu sento e escrevo. Escrever para mim, é um exercício de emoção e criação.



Quando começou a escrever Poesia?

Há alguns anos, fiz um curso de literatura com a professora Isabel Furini no Solar do Rosário. Foi instrutivo e aprendi muito. Em certo momento das aulas, a professora pediu que os alunos fizessem uma poesia. Eu jamais havia feito qualquer tipo de poesia, mesmo na escola. Sempre gostei de ler poesias, mas escrever? Eu não tinha essa capacidade. A professora incentivou-me a escrever. Dizia para eu escrever simplesmente, com emoção. Fiz então meu primeiro poema. Ela elogiou o trabalho e até incluiu em uma antologia. Fiquei tão contente que me aventurei neste lado da literatura, completamente desconhecido para mim. Apenas um detalhe: a minha poesia, é resultado de trabalho e pesquisa. Não é aquela que surge, como uma inspiração. Eu penso e pesquiso bastante. Faço revisões e procuro usar palavras coerentes. Gosto de rimas, gosto de temas do dia a dia. Afinal, é o meu jeito de escrever poesias.

Você pensa que os meios virtuais (blogues, e-book, sites, redes sociais, etc.) são formas de publicação que ajudam a divulgar o nome do poeta?

Sim. Toda forma de divulgação é bem-vinda ao poeta.


Pode citar os nomes de seus poetas preferidos?

Bem, gosto de poesia com sílabas métricas e acentos rítmicos, mas ainda não sei escrever assim. Apenas aprecio. Preciso aprender. Gosto das composições de Shakespeare, dos poemas de Machado de Assis, da tristeza negreira de Castro Alves, as dores de vida de Cecília Meireles, da musicalidade de Vinícius de Moraes, dos expressivos de Isabel Furini e tantos outros.


Você acha que os livros digitais ameaçam a existência do livro impresso?

Não. Há diversos tipos de leitores. Alguns se identificam com a tecnologia e outros gostam de sentir o papel enquanto leem. Além da acessibilidade, o preço reduzido contribui para a aquisição de livros digitais.


Fale um pouco sobre os seus livros de poesia publicados.

Em abril lancei o livro “Passos poéticos”. Reuni neste livro 140 poesias que escrevi durante estes três anos. Poesias que foram premiadas em concursos, selecionadas para antologias e que compõem outros livros meus. Na minha coleção de livros “Viver”, coloquei poesias com o tema de cada livro, onde estão contos, relatos e receitas: Feliz Páscoa, Feliz Dia das Mães, Feliz Dia dos Namorados, Feliz Dia dos Pais, Feliz Dia das Crianças e Feliz Outubro Rosa. Estou trabalhando em um livro de poesias bíblicas para o próximo ano.


Fale de seus projetos para este final de ano.

Em setembro publiquei o livro infantil “Histórias para todas as crianças”, um livro com 9 contos para ler para as crianças; em outubro lançarei o “O leite de cabra”, um livro mais técnico, com tecnologia de fabricação de queijos e minha vida no trabalho de um Laticínio e criação de cabras. Os próximos livros serão para 2018.




Paulo Pignanelli
Nosso entrevistado é o poeta Paulo Pignanelli. Ele é arquiteto e urbanista, mestre em Estruturas Urbanas e Ambientais pela Universidade de São Paulo, publica há alguns anos em blogs, revistas eletrônicas como Germina, Mallamargens, Editora da Tribo e redes de internet, lançou em setembro desse ano o livro de poemas Gosto de Osso.


Paulo, você é arquiteto e urbanista de profissão, como foi o seu contato com a poesia?

Iniciei a leitura de poesia por Vinícius e Drummond, depois na juventude Maiakovski e Brecht, assim foi durante um longo período da minha vida. Há alguns anos escrevia só para mim, quando surgiram as redes sociais comecei a publicar alguma coisa e assim segui até chegar essa oportunidade com a Singularidade de publicar meu primeiro livro.

Ferreira Gular disse: “A poesia, como vejo, nasce do espanto”. Qual é a sua opinião?

Além do espanto eu diria que vem da delicadeza, ou mesmo da brutalidade do olhar que está na possibilidade do poeta poder olhar dentro, ou atrás das coisas-objetos, das pessoas e do universo social.

Qual é o seu caminho para a poesia? Você escreve quando está alegre, quando está triste, quando está zangado? Existe alguma emoção que o leva a escrever?

Muitas vezes da indignação, outras e muitas vezes da beleza que explode das coisas, das pessoas nos pequenos gestos, do humano desencontrado, fora das regras, das leis, os que estão à margem especialmente, me dizem coisas que os padrões, onde me incluo, não mostram.

Pode citar os nomes de seus autores preferidos e dizer o que o cativa quando está lendo uma poesia.

Começando pelo fim, diria que a poesia me atinge em cheio, é aquela que remete ao universo, ao inexplicável da vida mesma, os poemas que descobrem o incontavelmente humano de cada um, onde as palavras, essas dionisíacas flechas do conhecimento comparecem no estado bruto ou transfiguradas em seu sentido lato.
Quanto aos autores, na poesia, gosto muito de Orides Fontela, Wislawa Szymborska, Bertold Brecht, Maiakovski, ente outros tantos. Descobri por estes dias Ron Pagett, um poeta americano da maior importância, graças ao filme Patterson de Jim Jamurch. Na prosa, Lima Barreto, Luciana Hidalgo, Alberto Lins Caldas, João Ubaldo, Dostoievski e pretendo voltar a Guimarães Rosa.



Fale um pouco sobre os seus livros de poesia publicados.

Tenho um livro apenas publicado recentemente, Gosto de Osso, pela editora Singularidade de Jandira Zanchi, cujo trabalho me trouxe muita alegria, tenho um trabalho novo em andamento, mas que deve sair somente no próximo ano.

Qual é o processo de construção de seus poemas? Como você começa a escrever um poema? Espera a inspiração chegar ou é metódico e tem horário para escrever?

Funciono mais por pacotes de energia, digamos, fazendo uma pálida analogia com a física quântica, não tenho um método de trabalho normatizado, porém minha escrita acontece mais às noites, quando chego do trabalho diário, más já escrevi até em ônibus.


Borges falava que só necessitava uma palavra para começar a escrever. Qual é o sentido que desperta a sua sensibilidade estética e o conduz pelo caminho da escrita?

Em muitas situações ocorre assim, uma palavra basta para disparar o poema, outras tantas vezes são situações do cotidiano, um evento comum da natureza, construída pelo homem ou pelo universo

O que você espera dos leitores?

Espero que se interroguem sobre o que digo, que pensem sobre o universo, o des.sentido da vida.

Você escolhe o assunto para seus poemas ou escreve impulsivamente sem pensar em um tema especifico.

Não me prendi a temas até agora, não escrevo de forma impulsiva tão somente, construo os poemas, a partir de uma ideia ou impulso, e mesmo sobre a leitura de outros poemas.

Fale de seus projetos para o próximo ano.

Penso em participar de alguns eventos literários, concursos, saraus e lançar um segundo livro, que acredito terá poemas construídos com um rigor maior, acredito.

Entrevistado: Paulo Pignanelli - Entrevistadora: Isabel Furini

Obrigada por conceder essa entrevista, Paulo Pignanelli. Você é rigoroso no vocabulário e na construção poética. O seu livro é excelente.


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